Nos dias 26 e 27 de junho, estive em minha terra natal… e como diz a música: “O Rio de Janeiro continua lindo…”
Foi na cidade maravilhosa que eu ministrei mais um curso de Redação Empresarial na empresa Zamboni (www.zamboni.com.br). O curso foi realmente sensacional!
Obrigada a todos os participantes! Foram momentos muito prazerosos! Até a entrega dos certificados, mesmo depois de dois dias de curso, foi um momento leve e descontraído!
Em breve vou disponibilizar o Jogo da Memória Ortográfica no site da Scritta (www.scrittaonline.com.br) e vocês poderão continuar competindo! rs
E nesta semana tem mais Zamboni! Mas agora em Além Paraíba!
Gostaria de compartilhar com vocês a mais nova apresentação do escritor José Saramago: o livro “O Caderno”, que reúne vários artigos já publicados em seu blog. O livro foi divulgado nesta última quinta-feira (25/6), em Lisboa.
Saramago conta que começou a escrever para a internet por incentivo de sua esposa e que não acha nada de tão complicado escrever em blogs. Aprovo a leitura de Saramago e recomendo-o a vocês. O blog de Saramago (http://caderno.josesaramago.org) já possui mais de dois milhões de visitantes, considerado por ele “um fenômeno de massas”, em resposta à necessidade do ser humano de se comunicar e reafirmar-se em sua própria individualidade.
June 10, 2009DatasNo CommentsJá que o Dia dos Namorados está chegando, não há data melhor para conversarmos um pouco sobre a origem da expressão “segurar velas”. Quem já não passou por essa situação? É tão comum ouvir isso hoje em dia, que nem nos damos conta do real significado dessa expressão. Pois bem, vamos à explicação.
Todos sabem que não havia luz elétrica na Idade Média. E para realizar suas atividades à noite, como jantar, tomar banho, ler etc., as pessoas precisavam acender algumas velas. E era função daqueles que realizavam o trabalho braçal segurar essas velas, para que seu senhor enxergasse o que estava fazendo.Em eventos e em estabelecimentos que só funcionavam à noite, alguns garotos eram encarregados de acender e segurar as velas. E devido a essa atividade, surgiu na França a expressão “tenir la chandelle”.
E olha só que interessante: essa expressão também era usada para definir o trabalho realizado pelos criados que seguravam os candeeiros, para que seus senhores pudessem ter relações sexuais com luz. Mas durante todo o ato sexual, eles deveriam ficar de costas, com o intuito de não invadir a privacidade do casal. Que situação mais estranha, não acham?
Mas com o passar do tempo, “segurar vela” ganhou outras definições. E a mais recente é a utilizada para denominar o papel de alguém solteiro que acompanha um casal de namorados, noivos e afins. É aquela pessoa que fica sobrando e, às vezes, até atrapalhando o clima romântico do casal.